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A publicidade que a Globo deu ao tuíte do general é nova pressão criminosa sobre o STF. Por Eugênio Aragão


Na verdade, foram dois crimes de uma só vez, por Walter Salles

 

(1) Muito triste a gente vê como tudo acontece dentro de um propósito para que tudo saia como eles planejam. Petróleo subiu, malas e caixas de dinheiro rolaram, grandes figurões da política envolvidos em maracutaia foi revelado, mas, entretanto, ninguém foi para as ruas contestar e protestar contra o que na atualidade está acontecendo com o país.

(2) Ontem eu li uma matéria em um dos sites de credibilidade que há neste país, claro que em menor escala, onde o Ministro Barroso dizia que o julgamento do HC de Lula ia ser baseado na vontade do povo. Só que em seguida a mídia, liderada pela Globo, anuncia um protesto a favor da prisão de Lula. Como todos sabem que quando a Globo quer ela consegue, infelizmente, pois só age em benefício próprio, o resultado foi muita gente nas regiões de São Paulo, onde o povo só enxerga a tucanada, como também descendo pro sul. De Minas gerais pra cá a coisa muda.

(3) Navegando entre as matérias publicadas em blogs, encontrei uma matéria do Eugênio Aragão, que de certa forma se identificava com o que eu estava começando a escrever, resolvi então publicar no Cafe com  Leite. Veja o vídeo da matéria exibida no Jornal Nacional e leia a matéria do Eugênio Aragão.

Mais do que o tuíte do Comandante do Exército em si, a publicidade que a Rede Globo lhe deu no Jornal Nacional é que constitui nova criminosa tentativa de exercer pressão sobre o STF, para que atenda ao “clamor da sociedade”, dessa parte envenenada da sociedade que sucumbiu à guerra psicológica midiática destinada a cultivar entre nós o anti-petismo.

O objetivo é só um: tirar do páreo o candidato a presidente que não agrada à “famiglia” Marinho, ainda que, segundo todas as pesquisas eleitorais até aqui, seja o com maior popularidade e com maiores chances de vencer.

Dane-se a sociedade, danem-se os eleitores! O sistema Marinho está, em verdade, pouco se lixando por que ela pensa ou por quais suas aspirações. O plano é incutir-lhe por todos os meios, lícitos e ilícitos, sua visão de perniciosidade do candidato que escolheu ser seu inimigo.

E ainda faz isso com uso de um serviço público concedido, na cara limpa, como se pertencesse à “família”. Se isso não for corrupção e improbidade, o que será?

O General Villas Boas disse apenas o óbvio, diante do quadro de criminosos ataques da direita fascista aos direitos constitucionais, à democracia.

Também nós, os democratas, exigimos a responsabilização criminal daqueles que jogaram o Estado brasileiro na sua mais profunda crise do período republicano, a começar pelos que, feito Judas,  se venderam por dinheiro para derrubar fraudulentamente uma presidenta honesta, eleita por mais de 54 milhões de brasileiras e brasileiros.

Também nós rejeitamos a impunidade daqueles que covardemente atacaram a caravana pacífica do Presidente Lula. Exigimos apuração séria da autoria dos tiros deflagrados contra o ônibus da comitiva.

Também nós conclamamos para os valores democráticos e para a preservação da ordem pública. Por onde a caravana passou, a equipe precursora dialogou com as autoridades da segurança pública para evitar tumultos.

Quando a multidão que demonstrava pacificamente seu apoio ao Presidente Lula se indignou com os ataques, a organização dos eventos sempre tratou de acalmá-la e de pedir que não respondesse às provocações.

Quem tem insistido em colocar em risco a ordem pública são os que destilam ódio anti-petista, que têm, em redes sociais, instigado à violência, sugerindo, até, ação letal contra Lula e militantes progressistas. Espalham o mesmo veneno que levou à morte trágica do Professor Cancellier e ao brutal assassinato de Marielle Franco.

Não têm escrúpulos, porque nada têm a perder: odeiam a democracia, odeiam o direito à livre manifestação, odeiam as garantias fundamentais da Constituição e não têm nenhuma lealdade, nenhuma fidelidade a esta. A abolição do Estado democrático de Direito é seu objetivo maior, de preferência num processo sanguinário que cause muita dor e perda de vidas humanas. Para eles, quanto pior, melhor é.

(4) A verdade é que os crimes não param de serem cometidos pela “poderosa” Rede Globo, que se acha no último degrau da escada, e de lá fica dando as ordens até mesmo ao Planalto. Nesse apoio à manifestação a favor da prisão de Lula, a emissora comete dois crimes. Um é manipular e usar pessoas para que a sua vontade seja aceita pelo STF. A outra é faltar respeito e reconhecimento de que numa democracia, quem decide é a vontade do povo. Essa manifestação que aconteceu agora não quer dizer que é a vontade do povo, mesmo marcando presença. Muitas empresas deram  a tarde de “descanso” para funcionários, para que eles comparecessem . Todos por interesse próprio. Só que o STF tem a sua autonomia e responsabilidade para não atender às pressões de A ou B.

Queremos, os democratas, que as Forças Armadas exerçam seu papel. Nenhum governo na recente história do País mais as prestigiou que os governos do PT. Aprimorou sua formação, ensinando-lhes profissionalismo e respeito a padrões humanitários internacionais; deu-lhes visibilidade na política global, fazendo-as exercer um papel fundamental na pacificação de regiões conflagradas do planeta; reequipou-as para poderem cumprir com sua missão de defesa dos interesses nacionais.

O General Villas Boas é um espécime dessa boa cepa das Forças Armadas, preocupada com o destino do País. E essa preocupação é mais do que compreensível, principalmente num contexto em que ativos estratégicos do Brasil estão sendo alienados por uma bagatela por um governo ilegítimo que não tem compromisso com nosso futuro, mas foi instalado para atender a ganância espúria de potências estrangeiras. Um grito de alerta todos nós, democratas, esperamos e saudamos.

O que democratas não podem fazer é atender às provocações com segundas intenções da “famiglia” Marinho et caterva, que querem indispor as forças progressistas do País com os militares.

É importante lembrar que não há substancial diferenças entre nossos sonhos, das Forças Armadas e dos verdadeiros democratas, defensores da Constituição Cidadã, num futuro melhor para nossos filhos, numa nação independente, altiva e reconhecida pelo mundo por sua vocação de trabalho e de respeito à alteridade, à diferença e aos valores da democracia e dos direitos humanos.

E juntos vamos derrotar as forças do ódio, da intolerância e do caos. Fonte DCM, sendo os parágrafos (1) (2)  (3) e (4) do Café com Leite Notícias.

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Empresário que liberou funcionários para manifestação contra Lula já foi condenado por sonegação. Por Joaquim de Carvalho


 

De à matéria que foi publicada no DCM, o empresário Edgard Gomes Corona, fundador e presidente do Grupo Bio Ritmo/Smart Fit,  divulgou um vídeo em que convida todos os brasileiros para participar das manifestações desta terça-feira contra o HC de Lula:

— Esse casuísmo, essa história que nós estamos colocando do sujeito ter a presunção de inocência até a última instância, a Lava Jato condenou 110 pessoas na primeira instância, não tem um condenado no Supremo. Tudo prescreve. Essa vai ser o nosso destino. Ou nós vamos lá, ou nós vamos para a rua.

Edgard Gomes Corona, descrito em perfis da velha imprensa como um empresário bem-sucedido, também teria liberado seus funcionários (seriam 5 000, em todo o Brasil) para participar das manifestações de rua.

O que os jornais não dizem nos perfis elogiosos do grande anunciante é que Edgard Gomes Corona foi condenado por sonegação fiscal na década de 90, e só não foi preso porque, num recurso de apelação, dezoito anos depois do crime, o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que o delito estava prescrito.

Antes de atuar no ramo de fitness, Edgard dirigiu a Usina Bonfim, herdada de sua família, na região de Jaboticabal.

Segundo o Ministério Público do Estado de São Paulo, ele e dois outros diretores “reduziram tributos mediante fraude contra a fiscalização tributária, via inserção de elementos inexatos em documentos e livros exigidos pela lei fiscal, bem como falsificação de notas fiscais”.

A denúncia contra eles, acatada pela Justiça, descreve uma série de condutas criminosas para sonegar dinheiro devido aos cofres públicos — dinheiro que, sempre é bom lembrar, serve para financiar a segurança pública, hospitais e escolas.

Em um dos casos descritos, a Corona S.A., da Usina Bonfim, vendeu entre janeiro e maio de 1992 açúcar para a Santa Elisa Indústria e Comércio Ltda, com sede em Cariacica, no Espírito Santo, só que a mercadoria nunca chegou.

Nem era para chegar. Era apenas uma forma de colocar produto no mercado paulista sem recolher os 18% de ICMS. Na operação entre Estados, a alíquota era menor — 7%.

Em 2002, Edgar Gomes Corona foi condenado a 3 anos de reclusão em regime aberto e ao pagamento de 300 dias-multa (cada dia multa fixado no valor de cinco salários mínimos).

A reclusão foi convertida em duas penas restritivas de direitos, consistentes na prestação de serviços à comunidade e limitação de final de semana.

Mas ele não chegou a cumprir nada porque, graças a uma sucessão de recursos, inclusive HCs, conseguiu postergar a sentença.

Em 2010, com base no voto do desembargador José Raul Gavião de Almeida, o Tribunal entendeu que já era tarde para puni-lo.

“Em face da prescrição superveniente ter incidido na hipótese sub examine, torna-se imperativo que se reconheça a extinção da punibilidade nos termos do artigo 107, inciso IV do Código Penal”, decidiu o tribunal.

Chega a parecer cinismo que, em sua convocação para os atos organizados pelo Vem Pra Rua e MBL, Edgard Corona se mostre indignado com a possibilidade de prescrição de crimes.

— Eu falo para os meus filhos. Para ir para bloquinho, vocês têm tempo. Para o escolher o país em que vocês vão viver, vocês ficam pensando. Para mim, já deu. Eu tenho 61 anos de idade, não é muito mais tempo. Para vocês de 29, 30, 35 e 23, vocês têm que ver o país que vocês vão querer. Vocês têm que determinar o destino de cada um de vocês. Então, para evitar que esses criminosos voltem para a rua, só tem um jeito, vamos nós para a rua. Dia 3, amanhã, no Brasil inteiro leve sua contribuição, se manifeste, fale: o país que eu quero não é esse que vocês estão criando. Nós queremos um país justo, com desenvolvimento, com escola, com segurança, com lei para todos, e que criminoso, assassino, tem que ficar na cadeia. Não ter esse negócio de ficar empurrando de barriga. Pessoal, conto com todos vocês amanhã. Vamos todos para a rua dizer: o Brasil que a gente quer e que vai ser para nosso futuro. Vamos lá. Espero vocês — disse.

Parecer da Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo contra HC apresentado por Edgar, da Bio Ritmo

 

A palavra deste homem condenado por sonegação não é muito diferente das de muitos outros que, se dizendo preocupados com o futuro da Nação, prometem ocupar a rua.

Não tem nada a ver com corrupção. O negócio é poder, preconceito e exclusão.

Na linha de frente desta campanha que, em essência, procura interditar a principal liderança política do Brasil, Lula, está a TV Globo, cujos irmãos controladores escaparam da denúncia por crime contra a ordem tributária, em 2007, graças ao desaparecimento de um processo na delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro.

Pode apostar: atrás de um microfone, megafone ou por trás das câmeras, controlando o espetáculo, estará sempre alguém com contas a ajustar com a Justiça, mas que, no Brasil, jamais é alcançado. E, livre, pode dizer que criminoso é sempre o outro, de preferência no campo popular.

Um dia um cidadão, pode se dizer que é até um cidadão de bem, disse numa conversa informal, que prefeito tem que ser ladrão. Ele estava querendo dizer que um prefeito ladrão termina favorecendo a vida de muita gente que está atrelada a ele, até porque, um corrupto nunca rouba pra si só. No caso da torcida para não sair o HC de Lula ou até ele ser preso, há muito jogo de interesse, principalmente para quem tem culpa com a justiça, na tentativa de apoiar determinado candidato e ter sua situação amenizada. Isso está da menor cidade do Brasil Presidência da República. Fonte DCM…Último parágrafo Café com Leite Notícia.

 

 

Falta de coerência e outras mazelas estão levando o Brasil ao caos, por Walter Salles


Cafe com Leite Notícias-  O que se acredita com toda essa “confusão” aos olhos do povo brasileiro, onde a ala que torce pela prisão do Lula se mistura à falta de entender de 87% da população, (foi essa galera que apoiou as duas gestões de Lula) e mais as faltas de provas do que o petista é acusado, termina gerando tudo isso que está aí, que é a prisão, não prisão, HC, Judiciário perdendo credibilidade e a sensação de o povo brasileiro viver como se tivesse no meio de um tiroteio em pleno ano de eleições presidenciais. O que está acontecendo com o Brasil e o povo brasileiro que nem em copa do mundo está falando, faltando apenas dois meses para começar? E a câmara do deputados, o senado federal, os ministros, o judiciário, o Temer…enfim: essa galera toda está morta ou viva?

E nesse contexto tem de tudo: tem a turma que acredita já ser elite, pois nos últimos anos ganhou muito dinheiro e com isso já quer tucanar e passar a ser elite na forçada; existem também aqueles que vão no embalo do patrão e começam dizer que fulano é o maior ladrão do Brasil e que tem que ser preso; também existem os interesseiros que sabem que talvez o cara seja realmente o melhor para o Brasil, mas, no entanto, não é o melhor para ele e por isso cria grupos fortes, envolvendo vários segmentos da elite brasileira e, a qualquer custo, quer levar vantagens.

 

Mas, se um dia teve um presidente que governou por dois mandatos e saiu com 87% de aprovação e, no final, querem dizer que ele ganhou um apartamento de presente e que isso sinaliza propina e que tem que comer cadeia por esse motivo, ainda que não haja provas, não seria no mínimo trágico e cômico para um país e pior, para o povo? Enquanto isso as malas e as caixas, que é algo literal, vêm passando batidos. Mas no contexto também ha aquele que percebeu a mudança na sua vida e mais ainda na vida daquele que vivia com uma cuia na mão pedindo o que comer. Na verdade, os que tiveram a capacidade de perceber tais mudanças, são os que somam ou somaram na época, os 87%. Se falta para 87% na atualidade, é devido a manipulação sem trégua quase que 24 horas por dia.

Mas, pra que as pessoas pasmem, inclusive os cristãos de verdade no  Brasil, há também neste contexto, quem faça jejum e realize campanha de oração pela prisão de um homem que não se conseguiu provar o motivo da sua condenação.

No mínimo deve ter gente falando que esse cara que escreveu esse texto deve ser um petista e defensor do Lula. Se engana. Na verdade ele nem é filiado a partido algum. O que ele está querendo é ver a justiça fazer um papel correto. Trabalhar sobre provas e doa a quem doer; que as pessoas vejam as coisas com os próprios olhos e parem de aceitar ter uma cara quadrada de tanto assistir TV, principalmente a rainha da manipulação. Isso já mudaria muito.

O falatório foi grande quando o Brasil comprou uma refinaria nos EUA, a Pasadena, mas nunca ninguém parou pra pensar que o Brasil estava começando a comprar lá fora ao invés de vender como está acontecendo agora. A direita brasileira criticaria até se a esquerda fizer esse país chegar a um grau de independência a ponto de explorar minério no Canadá.

Acontece que muitos ricos brasileiros preferem ter muros de cinco metros nas suas casas, ter quatro seguranças ao lado do portão e viver com medo o tempo todo, até dos próprios seguranças, que ver uma diminuição da desigualdade e não precisar nada disto.

É preciso que se saiba que o povo apenas quer ter direito de caminhar em direção dos seus direitos. Simples assim.

 

 

 

 

Ativista Winnie Mandela morre aos 81 anos


De acordo com informações da família, a ex-esposa de Nelson Mandela faleceu após lutar contra uma longa doença

Madikizela-Mandela lutou incansavelmente pela libertação de Nelson Mandela e pelos direitos de sul-africanos negros, sofrendo anos de detenções, proibições e prisão pelas autoridades brancas | GULSHAN KHAN/AFP

Madikizela-Mandela lutou incansavelmente pela libertação de Nelson Mandela e pelos direitos de sul-africanos negros, sofrendo anos de detenções, proibições e prisão pelas autoridades brancas

 

Winnie Madikizela-Mandela, ativista anti-apartheid e ex-mulher do primeiro presidente negro sul-africano, Nelson Mandela, morreu nesta segunda-feira (2) aos 81 anos, segundo sua assistente pessoal Zodwa Zwane.

Uma nota da família informou que Madikizela-Mandela morreu em paz após “uma longa doença pela qual ela esteve dentro e fora de hospitais desde o início do ano”.

“Ela sucumbiu pacificamente nas primeiras horas da tarde desta segunda, cercada por sua família e por entes queridos.”

Madikizela-Mandela foi casada com Nelson Mandela durante os 27 anos em que ele ficou preso na Robben Island.

Nesse período, Madikizela-Mandela lutou incansavelmente pela sua libertação e pelos direitos de sul-africanos negros, sofrendo anos de detenções, proibições e prisão pelas autoridades brancas.

No entanto, nos últimos anos sua reputação ficou manchada por problemas legais e políticos. Fonte:Gazetadopovo

 

Até quando o TSE vai permitir um nazista na corrida presidencial? Por Carlos Fernandes


Matéria na íntegra, publicada no Diário do Centro do Mundo

 

Conservador, reacionário, retrógrado, deselegante, violento e misógino

 

Para uma compreensão plena de determinadas situações, algumas coisas precisam ser tratadas pelo nome. Assim se faz necessário com o deputado federal Jair Messias Bolsonaro.

Palavras como conservador, reacionário, retrógrado, deselegante, violento e misógino, apesar de definirem bem alguns dos aspectos comportamentais do parlamentar, não são suficientes para dar a dimensão completa do que ele realmente representa.

O dramaturgo inglês William Shakespeare uma vez disse que se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume. Traçando um paralelo, não importa quais adjetivos possamos dar a Bolsonaro, o odor que exala de suas ideias continuará sendo o de um nazista

O papelão que o cidadão fez em Curitiba, no mesmo dia e a poucos quilômetros de onde estava sendo realizado o encerramento da caravana de Lula, já seria suficiente para a abertura de um inquérito policial. Mas ainda existe o contexto em que tudo isso se dá.

Ressurgida das trevas a época em que o debate era travado na base da bala, tudo o que a política brasileira não precisava nesse momento era de um sociopata encenando um tiro na cabeça de um ex-presidente.

A imagem é desumana se retratada por qualquer indivíduo comum, se a personagem em questão é um candidato à presidência da República, a coisa toma proporções inacreditavelmente degradantes.

Não que tenha sido exatamente uma surpresa, afinal, estamos tratando de uma figura que responde no STF por crimes de incitação ao estupro e injúria, mas a naturalidade com que tudo aconteceu e o apoio recebido dos “cidadãos de bem” preocupa porque remonta à ascensão do holocausto.

Violência e preconceito contra negros, deficientes, homossexuais e minorias em geral, discurso de ódio, diminuição do papel da mulher na sociedade, criminalização dos partidos de esquerda e defesa de uma determinada “raça”, são bandeiras propostas que reluzem o cordão umbilical que liga o Messias ao Fuhrer.

 

É preciso lembrar – por incrível que pareça realmente precisamos lembrar – que a apologia ao nazismo, no Brasil, é crime previsto na lei 7.716/89. Depreende-se daí que ter um postulante ao Palácio do Planalto que ecoa ideais tipicamente nazistas, mais do que crime, representa a depredação de todos os valores construídos a duras penas após o episódio mais vergonhoso da história da humanidade.

 

 

É dever do Estado, ou pelo menos deveria ser, proteger a nação de pessoas como Jair Bolsonaro que carregam no seu DNA uma estreita e perigosa correlação com ideais tão indecentes, sórdidos, lascivos e depravados como os difundidos pelo Terceiro Reich.

Por muito tempo, 27 anos para ser mais exato, fomos obrigados a conviver com um pervertido moral no Congresso Nacional. Já está mais do que na hora do TSE  impedir que esse tipo de intolerante participe de eventos de cunho tão democráticos como são as eleições.

Pela omissão do Tribunal Superior Eleitoral, está sendo construído o mesmo tipo de “salvador da pátria” que conseguiu lesar todo o povo alemão.

O resultado da empreitada já é sabido por todos. DCM.

8 direitos que o cliente tem e não sabe: Dia do Consumidor


Aviso comum, não tem valor judicial - Foto: iStock

15 de março é O Dia do Consumidor no Brasil

O Código de Defesa do Consumidor entrou em vigor no dia 11 de março de 1990.

A lei federal traz proteção aos clientes nas relações de consumo e serve de base para decisões na Justiça e em outros órgãos. Mas quase 30 anos depois, muitos consumidores ainda não sabem os direitos que têm.

 

A Veja fez um levantamento e nós reproduzimos pra você.

Pertences em estacionamento

Apesar de comum, o aviso de que o estacionamento não é responsável pelos pertences deixados no interior dos veículos não tem valor. “A responsabilidade da guarda e da entrega do veículo, da forma como ele estava, é do estacionamento”, diz a advogada Livia Coelho, da associação de defesa do consumidor Proteste. Se houver sumiço de algum item, é possível abrir uma ação por danos materiais, segundo a especialista.

Serviço bancário gratuito- Os bancos cobram tarifas sobre os serviços que prestam, e têm também pacotes específicos com eles. Mas é possível usar o sistema bancário sem custo algum. Uma resolução do Banco Central (3.919/2010) determina que as instituições devem oferecer um pacote mínimo de serviços gratuitamente. Ele dá direito a itens como saques, transferências, cartão de débito, extratos, compensação e folhas de cheque e consultas pela internet. A quantidade e condições dependem se o tipo de conta é poupança ou de depósito. “Todos os bancos oferecem um pacote de tarifas ou serviços para a conta corrente, mas o consumidor não está obrigado a contratar nenhum desses pacotes”, afirma o Procon-SP. Proteção contra cobrança abusiva. A cobrança de dívida deve ser feita de um modo que não cause constrangimento ao devedor. “É permitido ligar para a casa do cliente, mas fazer 30 chamadas num dia pode ser considerado abusivo”, diz Marchetti. Deve ser respeitada a intimidade e o conforto do lar, segundo o especialista. Outro parâmetro que deve ser observado é o sigilo dos devedores, que não podem ter dados compartilhados com terceiros – os serviços de crédito são uma exceção. Não é permitido divulgar a informação a familiares, por exemplo. “No caso do envio de uma carta, ela tem que ser específica para a pessoa. Não pode colocar o termo ‘cobrança’ no envelope”, diz o advogado do Idec. Suspensão de cobranças.A cobrança de serviços como água, luz, telefone fixo, telefone móvel e TV por assinatura podem ser suspensos em caso de uma ausência longa, como nas férias. No caso de telefones e da TV, o prazo vai de 30 a 120 dias, uma vez por ano, e não deve haver cobrança de religação. Para água, o prazo deve ser negociado com a concessionária, e existe taxa. Para eletricidade, as regras variam conforme a concessionária. “Em todos os casos acima, é preciso entrar em contato com o SAC das empresas para fazer a solicitação. Orientamos o consumidor a anotar o número do protocolo de atendimento”, diz o Procon.Comandas perdidas.É possível ver em vários estabelecimentos –  como restaurantes, lanchonetes, padarias e afins – mensagens de que será cobrada multa no caso de perda de comanda. Mas a prática é vedada. “A responsabilidade de fazer o controle do consumo não é do consumidor. O estabelecimento não pode cobrar nenhum tipo de taxa nem ameaçar entrar com alguma ação”, diz Livia.Restituição em dobroNo caso de cobranças indevidas, o consumidor pode receber o valor excedente em dobro. A restituição só vale nos casos em que o pagamento extra for feito. É preciso também que haja contato com o atendimento da empresa, mostrando que houve erro, antes de pedir o ressarcimento em dobro. “Recomendamos que o questionamento seja feito por escrito”, orienta Marchetti.Pagamento mínimo para cartãoAs lojas não são obrigadas a aceitarem cartão. Mas, se o fizerem, não podem estipular um valor mínimo de consumo para esse tipo de pagamento. “Isso é considerado uma prática abusiva, porque vincula o fornecimento de um produto a outro, o consumido é obrigado a consumir mais do que ele havia planejado”, diz Livia, da Proteste.A cobrança de serviços como água, luz, telefone fixo, telefone móvel e TV por assinatura podem ser suspensos em caso de uma ausência longa, como nas férias. No caso de telefones e da TV, o prazo vai de 30 a 120 dias, uma vez por ano, e não deve haver cobrança de religação. Para água, o prazo deve ser negociado com a concessionária, e existe taxa. Para eletricidade, as regras variam conforme a concessionária. “Em todos os casos acima, é preciso entrar em contato com o SAC das empresas para fazer a solicitação. Orientamos o consumidor a anotar o número do protocolo de atendimento”, diz o Procon.Garantia contra defeitos ocultosÉ comum que as empresas ofereçam garantias de 30 dias para produtos não duráveis, e de 90 dias no caso de não duráveis, contados a partir da data da compra. Mas apesar do CDC prever esses prazos para reclamações, eles só se aplicam a defeitos que forem aparentes ou de fácil constatação. Para outros casos – o chamado vício oculto – a referência é a data em que a falha for encontrada. “Se for um problema de fabricação, não por mau uso ou desgaste natural, o prazo conta a partir da identificação”, explica Igor Marchetti, advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).Com informações do Notícia Boa Brasil. 

SP inaugura trem que liga capital ao Aeroporto de Guarulhos


Essa matéria é de grande importância para as pessoas que viajam para São Paulo, mas, no entanto, ao chegar no aeroporto de Guarulhos começa o transtorno para chegar em local de melhor acesso a seu destino, que geralmente é o metrô. A boa notícia é que a partir  deste sábado, 31,  começa a circular o trem que liga São Paulo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Os passageiros, que antes dependiam de táxis ou aplicativos de transporte, vão ter uma opção mais barata, sendo que o primeiro mês será gratuito.

Durante um mês, os trens vão rodar gratuitamente, das 10h às 15h, apenas aos sábados e domingos.

Após esse período, passarão a circular todos os dias no mesmo horário, também de graça.

No terceiro mês, em junho, começa a operação comercial, com cobrança de tarifa de R$ 4.

Os trens da Linha 13-Jade ligarão a cidade de São Paulo ao maior e mais movimentado aeroporto do Brasil. A linha estava inicialmente prevista para 2005.

 

Conexão com metrô

Está previsto para julho o início do serviço Airport-Express, que transportará os usuário entre o aeroporto e a Estação da Luz.

Eles poderão fazer transferência para as linhas 7-Rubi e 11-Coral da CPTM e para as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô.

O trajeto será realizado em cerca de 35 minutos. Os trens partirão em quatro horários programados nos dois sentidos.

A tarifa, no entanto, será diferenciada e ainda não foi definida.

Contando com um total de 12,2 km de extensão, a linha terá três estações:

  • Aeroporto-Guarulhos,
  • Guarulhos-Cecap e
  • Engenheiro Goulart, que é o ponto de integração com a Linha 12-Safira.

Segundo a empresa, a previsão é de que a nova linha atenda inicialmente cerca 130 mil passageiros por dia útil.

Os testes do novo trem começaram na última quinta-feira (22/03).

Em comunicado, a CPTM informou que a linha está em fase de conclusão dos testes estáticos e dinâmicos de carga e de sistemas.

Com informações da Época

 

Nota do delegado que perdeu o inquérito sobre atentado à caravana de Lula: interferência política é inadmissível


 

O delegado que foi afastado do inquérito sobre o atentado a Lula divulgou nota, em papel timbrado do Sindicato dos Delegados de Policia do Estado do Paraná, do qual é diretor de comunicação. Ele confirma o que tinha dito em conversas no grupo de WhatsApp, às quais o DCM teve acesso.

“O enquadramento legal dado a um caso por um Delegado de Polícia deve se fundamentar exclusivamente em critérios técnicos, jamais em critérios políticos, pois Polícia é neutra. “Os governos passam, as sociedades morrem, a polícia é eterna…” (Honoré de Balzac)”, escreveu ele. Na nota, ele lembra que era dele o plantão no dia do atentado — pelas regras de distribuição de inquérito, a investigação deveria ser mantida sob sua condução — o que não ocorreu.

Segundo reportagem da revista Veja, a Secretaria de Segurança Pública não gostou da declaração que ele deu, no sentido de que considerava tentativa de homicídio o ocorrido em Laranjeiras do Sul.

“Não há precipitação alguma em concluir o óbvio, que se há disparo de arma de fogo em direção a diversas pessoas em um ônibus, isso será considerado, em um primeiro momento, tentativa de homicídio, aqui e em qualquer lugar do mundo, embora se respeite opiniões diversas, desde que juridicamente fundamentadas”, insistiu ele.

Por fim, escreveu:

“Este Delegado possui 10 anos de experiência auxiliando os Procuradores em investigações no honroso Ministério Público do Trabalho e dois anos na nobre Polícia Civil do Paraná e jamais permitirá interferências políticas, de quem quer que seja, no exercício de suas atribuições, posto que isso sim seria um atentado à ordem jurídica em vigor e à função de Delegado de Polícia e adotará, se necessário for, as devidas medidas legais e administrativas contra qualquer pessoa que interfira no livre exercício do seu múnus público de defender a tão sofrida sociedade do interior paranaense.”

A íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

O Delegado de Polícia Wilkinson Fabiano Oliveira de Arruda, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, notadamente quanto à observância dos princípios da publicidade, probidade, moralidade e transparência e na defesa das atribuições do cargo de Delegado de Polícia, diante das recentes publicações em toda à imprensa nacional e internacional sobre o caso dos disparos de arma de fogo que atingiram dois ônibus da comitiva do Ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva, vem a público, prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Este Delegado não foi em nenhum momento afastado de suas funções ou sofreu qualquer retaliação por parte da Polícia Civil ou outros órgãos governamentais em razão do enquadramento legal dado ao caso.

2. A atuação deste Delegado no uso de suas atribuições legais são pautadas apenas na técnica jurídica, como convém a qualquer servidor público e em especial à Polícia Judiciária (função policial desempenhada nos Estados e no Distrito Federal pela Polícia Civil).

3. No exercício de atividade funcional do Delegado de Polícia, não existe hierarquia. A hierarquia para Delegados é apenas administrativa, jamais funcional, assim como para membros do Ministério Público e do Judiciário, pois a independência funcional do Delegado de Polícia é garantia constitucional de imparcialidade, que protege em primeiro lugar o cidadão e, ipso facto, é basilar do Estado Democrático de Direito.

4. Desse modo, o enquadramento legal dado a um caso por um Delegado de Polícia deve se fundamentar exclusivamente em critérios técnicos, jamais em critérios políticos, pois Polícia é neutra. “Os governos passam, as sociedades morrem, a polícia é eterna…” (Honoré de Balzac).

5. Na 2ª Subdivisão Policial Laranjeieiras do Sul/PR, existem dois Delegados lotados e, pelos critérios objetivos e predeterminados aqui utilizados para a distribuição dos trabalhos, o Delegado plantonista é o responsável (Delegado Natural) por todos as ocorrências registradas durante seu plantão, o que não impede uma redistribuição ou avocação, desde que de modo justificado, nos exatos termos do §4º do art. 2º da Lei Federal 12.830/2015, verbis: “§4o O inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei em curso somente poderá ser avocado ou redistribuído por superior hierárquico, mediante despacho fundamentado, por motivo de interesse público ou nas hipóteses de inobservância dos procedimentos previstos em regulamento da corporação que prejudique a eficácia da investigação”.

6. O Delegado que estava de plantão na noite do fato era o que firma a presente nota, embora, diante da gravidade do fato, ambos os Delegados tenham se dirigido ao local.

7. Efetuar disparos de arma de fogo em direção a um veículo é, na opinião jurídica e fundamentada desta Autoridade Policial, tentativa de homicídio, o que não impede, com o avançar das investigações, novo enquadramento legal, mediante aditamento à Portaria inaugural do Inquérito, se necessário.

8. Enquadramento legal, em regra, é feito com base nos fatos e não nas pessoas atingidas.

9. Constitui-se equivocado e ilegal afirmar que um Inquérito será redistribuído em razão de hierarquia.

10. Não há precipitação alguma em concluir o óbvio, que se há disparo de arma de fogo em direção a diversas pessoas em um ônibus, isso será considerado, em um primeiro momento, tentativa de homicídio, aqui e em qualquer lugar do mundo, embora se respeite opiniões diversas, desde que juridicamente fundamentadas.

11. Este Delegado possui 10 anos de experiência auxiliando os Procuradores em investigações no honroso Ministério Público do Trabalho e dois anos na nobre Polícia Civil do Paraná e jamais permitirá interferências políticas, de quem quer que seja, no exercício de suas atribuições, posto que isso sim seria um atentado à ordem jurídica em vigor e à função de Delegado de Polícia e adotará, se necessário for, as devidas medidas legais e administrativas contra qualquer pessoa que interfira no livre exercício do seu múnus público de defender a tão sofrida sociedade do interior paranaense.

12. A demora na chegada de peritos ao local deu-se em razão da extrema precariedade a que está submetido o Instituto de Criminalística do Estado do Paraná, uma vez que o perito foi obrigado a se deslocar de Guarapuava até o local onde estavam os ônibus (aproximadamente 120Km), o que é práxis no Estado do Paraná e poderia ter demorado muito mais, se estivesse atendendo a uma outra ocorrência.

13. Da mesma forma, os quadros da Polícia Civil do Estado do Paraná encontram-se extremamente deficitários, de modo que hoje o Paraná possui menos Delegados do que municípios e que a nomeação efetuada no dia de ontem pelo Governo de apenas 20 Delegados suprem quase que apenas as COMARCAS vagas (cerca de 11 Comarcas).

14. O Estado do Paraná possui aproximadamente 100 delegados a menos que o Estado de Santa Catarina, mesmo possuindo 100 municípios a mais e quase o dobro da população e da extensão territorial, o que obriga os Delegados do interior a se submeterem a uma escala ininterrupta de sobreaviso, o que atenta contra a saúde e segurança das Autoridades Policiais e também dos seus servidores, os quais também são submetidos a condições precárias de trabalho.

15. Embora entenda a relevância do caso do ataque à caravana do Ex-Presidente, este Delegado pensa que todo o cidadão paranaense (e todo brasileiro) merece o mesmo tratamento de priorização, respeito e esforço dado à investigação do citado episódio, mas não haverá, por certo, nenhum reforço permanente de efetivo e diversos inquéritos continuarão paralisados em todo o Estado do Paraná e também nesta Subdivisão Policial, uma vez que não há concurso para Investigadores ou Escrivães em aberto, o concurso para Delegado está em vias de perder a validade e o concurso previsto para escrivães, com uma previsão de apenas para 100 vagas, não conseguirá suprir a demanda de todo o Estado.

16. Esta Subdivisão Policial, a título de exemplo, já possuiu seis escrivães e hoje possui apenas três.

17. Somente nesta Subdivisão, encontram-se fechadas as Delegacias de Polícia Civil de Porto Barreiro, Laranjal, Goioxim, Rio Bonito do Iguaçu, Nova Laranjeiras etc., por falta de efetivo policial.

18. Essa desestruturação e sucateamento da Polícia Civil do Estado do Paraná é fruto de, no mínimo, 20 anos de investimentos insuficientes e/ou inexistentes e contratações meramente pontuais, que praticamente repõem aposentadorias e exonerações de servidores, fazendo com que a ocupação dos cargos efetivos da PCPR esteja hoje na ordem de 50%.

19. Este Delegado manifesta o seu profundo respeito e admiração pelo Delegado Subdivisional da 2ª Subdivisão Policial de Laranjeiras do Sul, Hélder Andrade Lauria, a quem presta solidariedade e deseja sucesso na condução do inquérito que apura o ataque à caravana do Ex-Presidente da República.

20. Este Delegado não se submete e nem cede a pressões de qualquer natureza, mas ressalta que não recebeu nenhuma ligação de qualquer membro do Governo do Estado do Paraná sobre o caso em questão.

Laranjeiras do Sul, PR, 28 de março de 2018.

WILKINSON FABIANO OLIVEIRA DE ARRUDA

Delegado de Polícia do Estado do Paraná Diretor de Comunicação Social do Sindicato dos Delegados do Estado do Paraná. Matéria na íntegra do DCM.

 

VÍDEO: de Curitiba, Joaquim de Carvalho, que estava no ônibus da caravana de Lula atingido pelos tiros, conta como foi o atentado


Direto de Curitiba, nosso enviado, Joaquim de Carvalho, dá as últimas informações sobre a Caravana de Lula e conta como foi o atentado.

Posted by Diário do Centro do Mundo on Wednesday, March 28, 2018

DELEGADO DIZ QUE FOI AFASTADO DO CASO DO ATENTADO À CARAVANA DE LULA POR RAZÕES POLÍTICAS


Wilkinson, Richa e o Hélder: cúpula do

Wilkinson, Richa e o Hélder: cúpula do governo tirou o inquérito de um delegado e o deu a outro

 

De acordo a matéria do DCM, o delegado Wikinson Fabiano Oliveira de Arruda estuda divulgar nota ainda hoje para rebater as razões expostas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná para justificar a designação de outro delegado para conduzir o inquérito que apura o atentado à Caravana de Lula pelo Sul do País.

Wilkinson não está dando entrevista, mas revelou o que pensa a um grupo de policiais civis no WhatsApp, a que o DCM teve acesso. “Retirar a investigação da minha mão fere o critério de distribuição dos inquéritos no Estado. Assume o inquérito o delegado que estiver de plantão na semana, e esta semana quem está de plantão sou eu”, respondeu o delegado a um olega que perguntou se o afastamento dele tinha razões políticas.

“É claro que tem razões políticas. Não gostaram das declarações que dei sobre como vejo o crime. Foi uma tentativa de homicídio”, disse. Por quê? “Porque nós estamos diante do que se chama dolo alternativo. Quem atira contra um ônibus está querendo matar alguém. Não estou dizendo que era para matar o Lula. Mas quem faz isso, atirar em um ônibus, quer, sim, matar alguém.”

A conversa no grupo foi longa. “Dizem que o PT pode usar politicamente a declaração de que foi tentativa de homicídio. Pode, assim como o PSDB também pode usar essa ocorrência de maneira política. Para mim, por exemplo, desqualificar o crime, tirando o evidente característica de tentativa de homicídio, é politizar. Estou dizendo que, se na caravana, em vez do Lula estivesse o papa Francisco ou a Xuxa ou o pipoqueiro, eu trataria da mesma forma: tentativa de homicídio. Por que com o Lula tem que ser diferente?”, registrou.

A linha de investigação cabe ao delegado que conduz a investigação. É o que se chama de independência funcional. Para Wikinson, a cúpula da Secretaria desrespeitou sua independência e violou a regra de distribuição de inquéritos. “Eu não estudei, me preparei e me tornei delegado para aceitar ser desrespeitado dessa forma. Estou apenas esperando ter acesso à nota da Secretaria para fazer a minha nota e me manifestar publicamente”, respondeu ele a quem estava tentando demovê-lo da tentativa de dar sua versão do afastamento.

A investigação foi para as mãos do delegado Helder Lauria, chefe da Subdivisão de Polícia de Laranjeiras do Sul, que decidiu o tratar o caso como disparo de arma de fogo e dano — crimes de menor potencial ofensivo, considerados contravenções, com penas insignificantes. Wikison disse que soube pela imprensa que o inquérito não seria mais conduzido por ele. Lauria, embora chefe da Subdivisão, não tem, em tese, poderes para chamar para si a responsabilidade pelo inquérito.

“A hierarquia é administrativa, não pode violar o critério de distribuição de inquéritos. Isso violou o caráter de impessoalidade do trabalho da Polícia. Eu já estava investigando e faria hoje a portaria para oficializar a abertura do inquérito quando soube, pela imprensa (Lauria deu entrevista à RPC, afiliada da Globo), que outro delegado tinha aberto o inquérito, violando a independência funcional da Secretaria”, afirmou.

Em nota, a Secretaria de Segurança negou o afastamento do delegado Arruda do caso. “Desde o início, das primeiras oitivas, quem conduz o inquérito policial é o delegado titular da Delegacia de Laranjeiras do Sul Helder Andrade Lauria. Arruda, que é delegado adjunto, acompanhou Lauria no atendimento ao local da ocorrência e segue dando apoio à investigação”, diz o texto. Segundo Wikison, não foi bem assim.

“Num caso de repercussão é natural que todos queiram participar. Mas, como era eu o delegado de plantão, a investigação, pelo critério de distribuição, deve ser conduzida por mim. Mas esse principio foi violado e devo explicações à sociedade”, afirmou.

Hoje, tentaram te matar. Por Ana Cañas


Postado  na fanpage oficial da cantora no Facebook, clik

 

Hoje, tentaram te matar.
Quatro balas disparadas em sua direção.
Pois podem te apedrejar, xingar, crucificar.
Eu estarei ao seu lado.
O que os fascistas querem não é o fim da corrupção.
não é a ‘justiça’ que tanto hipocritamente clamam com suas panelinhas, o que eles querem é a morte de um candidato que lidera todas as pesquisas de intenção de voto para a presidência da república; um homem julgado e condenado sem provas, no circo bizarro e totalmente arbitrário da lava-jato e do judiciário de Carmen lúcia – que, aliás, recebeu Michel Temer para um cafezinho em sua casa, na semana passada; o que os fascistas querem é executar um ser humano que será indicado ao prêmio nobel da paz.
No MECANISMO deles, o ódio, a ignorância, a intolerância, a truculência, o preconceito e a execução – como visto hoje, vencem.
No mecanismo de José Padilha, a demonização da esquerda é o trampolim que lhe cai muito bem, obrigada.
Colocar palavras ditas por outrens na boca de quem lhe convém é apenas ‘liberdade de expressão à favor de uma força dramática’.
parabéns, diretor.
Comprar capas de revistas para anunciar o seriado no país inteiro (contando com a condenação) apenas para promover a série, é tripudiar além do imaginável.
é escabroso.
Num fode, netflix.
Além do roteiro raso, maniqueísta e maquiavélico (eufemismos rolando).
transformar o moro num herói?
Ele, que ontem mesmo, defendia o reajuste do auxílio-moradia dos juízes, no programa roda viva.
Que bonitinho, gentê.
Então alguém pergunta pro herói da série do Padilha porque a lava-jato não condenou nenhum tucano?
Ou o que ele fazia, aos risos, com o Aécio, certa feita?
Qual foi a piada que nós, brasileiros, perdemos, hein, senhor diretor?

Após 48 anos, se reencontraram e casaram num lar para idosos


Foto: reprodução - Lucas Cerejo/TV TEM
Foto: reprodução – Lucas Cerejo/TV TEM

 

As voltas da vida… Dizem que não adianta fugir do destino, não é? Adail e Bonifácio são prova disso. Eles se casaram após 48 anos, quando se reencontrarem em uma lar para idosos.

Adail de Souza Lima, de 62 anos e o aposentado Bonifácio Gonçalves de Faria, de 86, foram namorados na adolescência.

“Consegui realizar o que mais queria, que era casar com o homem da minha vida. Me senti uma rainha em direção ao meu rei.”

O reencontro dos dois foi no Lar São Vicente de Paulo, em Itapetininga, interior de São Paulo.

Depois de tantos desencontros, os dois resolveram selar o amor e se casar na capela do lar onde moram.

A cerimônia foi na última sexta-feira, 23, com igreja decorada, buquê, marcha nupcial e muita emoção. Tudo com ajuda de voluntários encantados com a história.

“Foi um dia muito especial. Não tem como não segurar as lágrimas. Eu sempre soube que ele era o homem da minha vida. Estávamos destinados a ficar juntos”, ressalta Adail.

15 anos de procura

Adail conta que os dois se conheceram quando ela tinha 14 anos e morava em Cruzeiro do Oeste, no Paraná. Mas a família não aceitava o relacionamento porque na época Bonifácio era 25 anos mais velho: tinha 39 anos.

“Ele foi contratado pelo meu cunhado para trabalhar de tratorista e quando nos vimos foi amor à primeira vista. Porém, minha irmã não nos deixou namorar porque eu era muito nova. Depois ele mudou de cidade e não nos vimos mais”, conta emocionada.

Bonifácio diz que tentou encontrar Adail por anos, mas não conseguiu.

“Eu fiquei pouco tempo no Paraná e quando voltei não a encontrei mais. Durante 15 anos eu procurei por ela, fui para São Paulo, Rio de Janeiro, mas nada. Pensei que nunca mais iria vê-la novamente”, diz.

Reencontro

Durante esses anos Adail se casou, teve três filhos, ficou viúva e acabou indo morar com a irmã. Depois, foi levada para o lar de idosos em Itapetininga, onde mora há 10 anos.

Já Bonifácio se casou e teve um filho. Também viúvo, ele foi levado para o mesmo lar por um sobrinho e mora no local há dois anos.

Até que um dia, no ano passado, ele a viu, os dois relembraram do amor vivido no passado e começaram a namorar.

“Eu a vi sentada em um banco aqui do asilo e não acreditei. Não sabia que ela morava aqui também. Foi minha maior alegria”, conta o noivo.

 

Foto: Lucas Cerejo/TV TEM

Voluntários

O cabelereiro Marcelo Mendes foi um dos voluntários. Ele também conseguiu reunir um grupo de amigos e organizou a a cerimônia completa com direito até de um carro conversível para levar a noiva até a porta da capela do asilo.

“Ficamos sabendo por acaso desse casamento. Perguntaram se eu poderia ajudar na decoração e, então, na hora mandei mensagem para um grupo de amigos solidários e todos se mobilizaram. Conseguimos o vestido, decoração”, diz.

“Foi gratificante ver a felicidade deles, principalmente depois de tudo o que passaram. Graças a Deus deu tudo certo e foi uma missão cumprida”, finaliza.

A cerimônia teve a presença de funcionários do lar e voluntários.

Com informações do Notícia Boa.

 

 

 

Brasil, Bolívia e Paraguai se unem para salvar o Pantanal


Foto: Divulgação

Um compromisso pela conservação, desenvolvimento integral e sustentável do bioma Pantanal foi firmado por representantes dos ministérios do Meio Ambiente do Brasil, Paraguai e Bolívia.

Os três países se tornaram signatários de um documento no qual se comprometem a implementar ações conjuntas com foco na segurança hídrica, na conservação e no desenvolvimento social, econômico e sustentável da área.

Com cerca de 175.000 quilômetros quadrados, o Pantanal atravessa os três países e abriga mais de 4 mil espécies de animais e plantas.

Além da flora e da fauna, 10 milhões de pessoas dependem dos serviços ecossistêmicos do Bioma.

Apesar da sua importância, mais de 55% da área já foram desmatadas e o Pantanal enfrenta outras graves ameaças como falta de saneamento básico, baixa adoção de boas práticas agropecuárias e construção de hidrovias.

Como

Brasil, Bolívia e Paraguai deverão trabalhar de forma integrada para a redução e o controle da poluição, fortalecimento da governança da água com vistas a conservação dos ecossistemas e sua conectividade.

Os países também se responsabilizaram em adotar medidas que fortaleçam sistemas produtivos para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e a ampliação do conhecimento científico para o Pantanal.

É importante ressaltar que apenas 4,6% do Pantanal encontram-se protegidos por unidades de conservação, dos quais 2,9% correspondem a UCs de proteção integral e 1,7% a UCs de uso sustentável.

O acordo foi durante o Fórum Mundial da Água, realizado em Brasilia.

Pelo lado do Brasil, o acordo foi assinado pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, pela Bolívia, Carlos René OrtuñoYañez e, pelo Paraguai, a autoridade foi o ministro de Comércio Exterior, Didier Olmedo.

Com informações de O Eco

 

O ódio na política e a política do ódio, por Henrique Fontana


Ninguém é obrigado a apoiar ou votar em quem quer que seja. O que está em jogo é a barbárie que está sendo instalada no Brasil e pouco a mídia maior tem dado conotação, numa nítida demonstração de que a única preocupação no momento é promover mecanismos que possam acelerar a prisão de um ex-presidente que saiu do seu segundo mandato com 87% de aprovação no Brasil. Que se saiba, o Nordeste não tem 87% de brasileiros.

É preciso que o brasileiro repudie imagens como esta. Isso é caminho de guerra

 

O país ainda estava em luto por Marielle quando a primeira pedra foi arremessada contra o ônibus do ex-presidente Lula. A violência premeditada de grupos de direita armados, apoiados por milícias fascistas, contra pessoas desarmadas que acompanhavam Lula chocou o estado.

E como o assassinato de Marielle e as agressões sofridas por Lula durante a caravana no Rio Grande do Sul se relacionam no Brasil atual? Os que atiraram em uma mulher negra, homossexual, de esquerda, acompanhados dos que promovem ataques contra ela nas redes sociais, tem em comum com os agressores de Lula, a mesma natureza de ódio que ecoou do som das panelas que anunciaram um tempo de intolerância e exceção. Patos e paneleiros não são mais capazes de esconder o desfecho violento da trama que golpeou a democracia.

O tiro que matou Marielle e as pedras arremessadas contra Lula foram disparadas há muito tempo, e tem as digitais dos que criminalizam a esquerda política, desprezam os direitos humanos, atacam exposições de arte, perseguem estudantes e movimentos sociais, e aplaudem a intervenção no Rio de Janeiro. Marielle nos mostrou até onde eles podem ir. Os ataques à Caravana de Lula, com pedras, armas e relhos que desejam ser chibatas, revelam a opção pela violência de uma direita fascista organizada desde o golpe contra a presidenta Dilma.

A mobilização pelo ódio, promovida por estes grupos protofascistas, contra pobres, negros, quilombolas, mulheres, indígenas, comunistas, homossexuais, artistas, petistas, ou qualquer pessoa que reaja a sua intolerância, conta com o silêncio irresponsável de parte da grande mídia, e da centro-direita dita democrática. Mais grave, alguns setores dissimulam e invertem juízos na tentativa de transferir a Lula e ao PT, por muito tempo “acusados” de realizar a política “paz e amor”, a responsabilidade pela origem da violência. Ora, foram justamente o silêncio, a culpabilização das vítimas pela violência que sofrem, e o apoio velado de diferentes setores da sociedade que permitiram o crescimento de manifestações nazifascistas que resultaram em regimes totalitários. É o que a história nos traz como exemplo e que aqui se repete como tragédia.

A violência e o ódio como método de mobilização política não devem ser preocupações apenas de um partido ou de uma determinada força política, eles devem receber o repúdio, em alto e bom tom, de toda a sociedade, e uma resposta à altura de todos aqueles que defendem a liberdade e o respeito às diferenças. O Brasil não será um país melhor se permitirmos que o ódio vença a esperança, e o medo cale a democracia. Fonte DCM.


A narrativa que a Globo tenta emplacar com relação ao atentado à caravana de Lula foi explicitada por Geraldo Alckmin: a culpa é de quem tomou os tiros.

Alckmin supera Bolsonaro em indignidade. Jair é aquilo que é. Alckmin finge não ser aquilo que é.

 

 

“Acho que eles estão colhendo o que plantaram”, disse à Folha na pré-estreia de “Nada a Perder”, o filme do bispo Edir Macedo.

De acordo com o governador de São Paulo, o PT “sempre partiu para dividir o Brasil, nós contra eles” e agora os petistas “acabaram sendo vítimas”.

A Globo passou a terça feira falando de ameaças ao ministro Edson Fachin, do STF, insinuando que era obra de seguidores de Lula.

Em entrevista a Roberto D’Ávila, Fachin contou que sua família estava em perigo, sem apresentar um mísero email que fosse com as intimidações.

No caso de Fachin, não houve relativização alguma.

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No de Lula, o problema é o “fla-flu” inventando pelo PT, segundo Merval ou Camarotti (desculpe, os dois são a mesma pessoa).

A caravana vem sendo alvo de ataques desde, pelo menos, Bagé, como o DCM vem relatando na série de reportagens de Joaquim de Carvalho.

Pedradas, milícias armadas, ovadas, gente ferida, emboscadas, tudo com a cumplicidade da polícia.

Nada foi reportado decentemente, nenhum dos fascistas portando pistolas foi incomodado pelos solertes repórteres.

Quatro disparos nos colocam num novo patamar da barbárie política brasileira.

E é exatamente o que Alckmin e a Globo desejam, esperando faturar com uma candidatura de “centro”, distante das “polarizações”.

Até que um cadáver apareça do lado deles. É o que gente como Geraldo está plantando. Matéria do Diário do Centro do Mundo.