Até quando os brasileiros vão assistir o presidente do seu país criar tantas inimizades com outros países?


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Café com Leite Notícias: Até quando os brasileiros vão assistir o presidente do seu país criar tantas inimizades com outros países e instituições? É uma pergunta que está na cabeça e no coração da maior parte da sociedade brasileira, pois quase todos os dias aparece uma nova vítima. Será que o presidente da República Brasileira não sabe que viver com o ódio dentro de si, e ainda passar esse ódio pra parte da população brasileira, só vai causar mal, muito mal? Em quase todas as entrevistas com os jornalistas na saída do Planalto, o Presidente Jair Bolsonaro está pronto com as suas palavras de ódio na ponta da língua, carregadas de perversidade para descarregar em alguém, quando, ao contrário, deveria ter laços de parcerias. Em outros momentos, quando a pergunta do repórter não lhe é favorável, ele simplesmente dar as costas e sai com os seus subordinados, que, ao invés de dar alguns conselhos para o mandatário, vai é aprendendo com ele.

Agora mesmo, o ministro da Educação, Abraham Weintraub,  em meio a gracejos carregados de ódio e preconceito, divulgou em seu Twitter nesta quarta-feira (4) um vídeo em que menospreza uma jornalista da Rádio CBN, que pertence à Rede Globo, e satiriza a postura de virar as costas para a repórter.

“Acabo de falar com a Rede Globo da família Marinho”, ironizou o ministro, ao publicar o vídeo em que dá as costas e responde à jornalista: “Rede Globo? Esquece”.

É preciso que ao contrário dos ministros do presidente Bolsonaro, o povo brasileiro aprenda a se livrar das setas carregadas de ódio que vêm do Planalto, para que a sociedade brasileira possa viver em harmonia.

Veja a resposta do presidente do Chile às palavras de Bolsonaro sobre Michelle Bachelet

de acordo a matéria que circulou no DCM, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, se manifestou sobre as atrocidades ditas por Bolsonaro a respeito de Michelle Bachelet e seu pai, Alberto, assassinado na ditadura de Pinochet.

Segundo Bolsonaro, Bachelet “se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai, brigadeiro à época”.

Alberto Bachelet morreu sob tortura de ex-colegas de farda em 1974, aos 51 anos.

“Não compartilho da alusão feita pelo presidente Bolsonaro com respeito a uma ex-presidente do Chile (Bachelet) e, principalmente, a um assunto tão doloroso quanto a morte de seu pai”, falou Piñera num pronunciamento.