Ano político e de copa, mas o povo parece paralizado


O assunto que mais deveria está na boca do povo, principalmente da juventude, era política na atual circunstância que se encontra o país. As eleições estão chegando, mas nada de comentários diante de um cenário que encontra o Brasil. O único político que lidera as pesquisas está preso, e, o povo, indo no embalo da mídia maior e da elite chamada de dominante, mas que na verdade também é vítima de um modelo de administração que surgiu e que, ao que tudo parece, vai engolir tudo e todos. Os aumentos abusivos de combustíveis são semanais, isso é assunto político; as medidas tomadas pelo presidente e acatada pelos nobres deputados (maior parte deles) também é assunto político; e muitos outros fatores também são motivos de conversações nas esquinas bares e onde quer que seja. Como foi dito, estamos num ano de eleições majoritárias, que é para presidente, senador, governador e deputados e as pessoas parecem anestesiadas. É hora de mudar. Pior que os candidatos não passam de 8 ou 9% nas intenções de votos. Isso prova o desinteresse da população. tirando o Lula, que está preso e lidera com mais de 30%, só o Bolsonaro que está chegando a 18%. Só que o Bolsonaro, como está em muitas manchetes da mídia digital, já bateu no teto.

 

O Geraldo Alckmin, ex governador de São Paulo, achando que fez uma boa administração lá em Sampa, disse que não está entendendo porque não decolou. Até porque ele é um político que sempre foi carregado “no colo da Globo”. Mas o que ele, o Geraldo, não sabe é que esse poder que parecia infinito da Globo, está chegando ao fim. Tanto é que tentou engrenar um filhote dela para chegar ao Planalto, que foi um Luciano, mas não passou de ensaio.

veja esse texto do DCM que fala sobre o Geraldo Alckmin.

 

Sem agenda pública desde sábado, o ex-governador e presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, recolheu-se nos últimos três dias em reuniões fechadas com colaboradores e dirigentes partidárias em uma tentativa de conter um princípio de crise em sua pré-campanha. A cinco meses da eleição, aliados lhe cobram planejamento e apontam erros de estratégia em meio a perplexidade geral com os resultados pífios do tucano até o momento nas pesquisas de intenção de voto.

Interlocutores de Alckmin reconhecem que o ex-governador enfrenta uma “maré ruim” com os dados das recentes pesquisas que atestam sua dificuldade em crescer na preferência do eleitorado e o avanço de investigações contra o tucano no Ministério Público. O cenário “preocupante”, como definiu um colaborador, norteou boa parte de um encontro entre o presidenciável do PSDB e dirigentes do partido na segunda-feira para debater a conjuntura eleitoral.

“Geraldo não está entendendo porque isso está acontecendo. O povo está sendo duro. Ele fez uma boa gestão em São Paulo e não atrasou salários”, afirma o presidente do PSDB paulista, deputado estadual Pedro Tobias, ao comentar um levantamento do Ibope no Estado, realizado em abril, que coloca o presidenciável tucano atrás numericamente, mas em situação de empate técnico com o deputado Jair Bolsonaro (PSL) no cenário sem o ex-presidente Lula na disputa.

A sondagem da CNT/ MDA, divulgada na segunda-feira, foi ainda pior para Alckmin ao mostrar que a intenção de voto no tucano variou de 8,6% para 5,3% ao mesmo tempo que sua rejeição cresceu cinco pontos percentuais (55,9%). O ex-governador também perde nas simulações de segundo turno para Bolsonaro, a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o ex-deputado Ciro Gomes (PDT). Segundo Tobias, técnicos serão contratados para “entender” os números da pesquisa.