Alegria da vitória, festa para os eleitores e muita expectativa quanto a governar


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A cidade de Jequié está recheada de problemas, uma tarefa que

não vai ser fácil para o novo gestor, se  recuperar o município for a sua vontade

 

Para os prefeitos que entraram na política com vontade de fazer diferente e melhor pelo seu município e o povo, já está se preparando para ter que deixar a sua vida normal e passar a ter uma vida pública, sempre buscando os recursos entre secretarias e ministérios. Por outro lado, muitos visam poder, fama e ostentação, o que pode ser uma faca de dois gumes, como se costuma dizer, pois o que o povo espera é que os prefeitos, a partir de janeiro, governem de olho nos resultados e não nos recursos que chegam, pois os recursos são do povo, que devem ser repassados através de obras e benefícios em geral, onde caso as coisas comecem a desandar pode haver consequências para o gestor. O prefeito eleito da cidade de Maracás, terra da sede do blog e jornal Café com Leite, popular Soya, que foi eleito com grande vantagem sobre o seu adversário, Paulo dos Anjos, quando procurado para uma entrevista, depois de eleito, ele disse que só fala à imprensa depois do dia 10 de dezembro. O que o Café com Leite queria era apenas que o novo prefeito deixasse os seus agradecimentos e pudesse já falar como prefeito eleito para os maracaenses, pois  a expectativa sobre secretariado, concurso e o que será prioridade é grande. Mas assim que for possível este blog irá passar para o leitor o que está sendo preparado para a nova administração.

Maracás é uma cidade que, pelo seu crescimento em nível de população morando na sede, passou a ser carente de muitas coisas que são direitos do povo. O novo prefeito terá que enfrentar as dificuldades e buscar meios de melhorar setores importantes como Saúde e Educação. Quando se fala em melhorias nestes dois setores, não se trata de adquirir mais remédios para o hospital da cidade e nem construir alguns postos de saúde nos bairros periféricos. É isso e muito mais. É preciso, e isso foi falado em palanque, que Maracás é uma cidade carente de um hospital regional para atender nem só a população de Maracás, mas todas as cidades da micro região, o que será uma das bandeiras do novo gestor. A mesma coisa está relacionada com a Educação, onde foi falado em lutar por uma faculdade presencial com vários cursos, para também servir a toda a região. Outra grande expectativa para Maracás, é passar a ter o serviço de esgotamento sanitário, pois a cidade é forrada de cisternas e fossas, onde o perigo de se adquirir uma verminose é muito grande, como já é comum na cidade. Tudo isso e mais outras carências são desafios que o novo gestor terá que enfrentar.

Acontece que a população de Maracás, cidade que já vem oferecendo, através da iniciativa privada, algo que só se vê em cidades grandes, como bons restaurantes, grandes pousadas e modernas instalações de lojas de variados segmentos, já não se contenta com prefeitos calçarem ruas e depois soltar fogos. Como disse um eleitor, esse comportamento é de cidades pequenas ao extremo. O ideal, por exemplo, é que se calcem as ruas sim, porém, antes fazer todo serviço de drenagem e esgotamento. Esse é apenas um item que ajuda uma cidade ser desenvolvida.  É preciso que o povo tenha consciência do que é realmente um município em desenvolvimento, pois uma cidade grande em população não quer dizer que é desenvolvida, assim como há uma grande diferença em uma pessoa ser forte e musculosa, de um outro que é inchado de tanto beber cachaça. O convite é para que todos ajudem a nova administração, para que Maracás venha a ser uma cidade forte e saudável.

Jequié, que já foi distrito de Maracás, também tem lá os seus grandes problemas em quase todos os setores que fazem parte de uma administração pública.  O setor de Saúde, que é o item número um, para que o povo tenha mais saúde literalmente, perdeu muito na cidade de Jequié, principalmente com o fechamento de alguns hospitais como a Servir, São Vicente e outros setores, que foi uma perda irreparável. Muitos postos médicos que foram construídos na primeira gestão de Roberto Britto, também estão fechados. As ruas de bairros que não se pode ou  poderia serem chamados de periféricos estão forradas de problemas relacionados com buracos, valetas e muitas outras mazelas. O que está acontecendo com os gestores da Cidade do Sol? Essa pergunta está na boca do povo e com uma certa razão, pois é uma das poucas cidades que teve e tem mais representantes na esfera federal, como dois governadores, que foram Lomanto Junior e Cesar Borges; senadores, ministros e deputados federais e estaduais. “Até quando o povo vai assistir Jequié seguir ladeira abaixo sempre aquém da mesmice. O desafio é grande e o amigo Sergio da Gameleira vai ter que trabalhar muito para poder mudar o visual de Jequié. O ideal não é apenas trocar de gestor e continuar tudo do mesmo jeito ou até pior. O que se espera, é uma mudança de modelo de gestão.